Diálogos com o quotidiano 2013

Segundo o curador da exposição Pellegrin: “João tem uma história ligada ao mar, ao Porto onde nasceu, este o acompanha e pode ser traduzido por horizontes de cor, onde as cores do mundo se justapõe, onde a arte e o mundo se cruzam, se apontam. Horizontes aonde as coisas do mundo vêm se apresentar imantadas pelo silêncio e certa melancolia, aonde a presença se intensifica e o tempo expande. As imagens comuns, banalizadas ocupam lugar de destaque. No mar da pintura, as coisas se apresentam, e revelam, desvelam a vida do consumo rápido e na repetição lenta dos dias constroem o movimento poético do artista”.

According to exhibition curator Pellegrin: "John has a history linked to the sea, the port where it was born, this can be translated and accompanied by color horizons, where the colors of the world juxtaposed, where art and the world intersect, up point. Horizons where the things of the world come to perform magnetized by silence and a certain melancholy, where the presence intensifies and expands time. Common images, trivialized prominent place. At sea painting, things appear and reveal, unveil the life consumption fast and slow repetition of days build the poetic movement of the artist. "